Asset Allocation: o que saber sobre a melhor estratégia para os seus investimentos

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O que é Asset Allocation?

O conceito de asset allocation é muito simples, mas é muito poderoso se você conseguir implementá-lo. E não é tão difícil assim implementar e vou falar um pouco mais a respeito.

Asset allocation basicamente é a proporção que você vai alocar de cada classe de ativos dentro da sua carteira.

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É a definição de quanto você vai ter, por exemplo, em renda fixa, em multimercado, em investimentos no exterior, em ações fora do país, fundos imobiliários, em REITs, ou em diversas classes de ativos para que você tenha dois benefícios.

Um deles é o aumento da segurança dos seus investimentos por conta da diversificação e também um ganho em termos de retorno.

Por que ter uma alocação estratégica de ativos?

Primeiramente porque a alocação estratégica evita o “market timing”. E por que evitar o market timing é tão bom?

Porque ele definitivamente não funciona.

Historicamente, as pessoas que fizeram Market timing ao longo do tempo, não tiveram resultados tão interessantes quanto quem montou a estratégia com asset allocation.

Market timing

Para falar sobre asset allocation é preciso parar e falar um pouco sobre Market timing.

Faz sentido, de certa forma, o market timing. Por que se nós soubermos o que vai acontecer a seguir e se nós conseguirmos nos preparar e tomar vantagem dessa futurologia, ou seja, do que a gente acredita, certamente será mais interessante para nossas carteiras e nossos investimentos.

A pergunta que temos que fazer é: é possível fazer esse market timing de maneira previsível e constante?

Tem duas maneiras de acertar o que irá acontecer lá na frente.  E essas duas maneiras tem dois cenários.

Crença no que o consenso diz

Todo mês há o relatório do boletim Focus, por exemplo. O Banco Central divulga esse relatório dizendo quanto ele acredita que será o PIB, a economia, a inflação, o dólar, e outros.

Se você tomar decisões de investimento baseadas no consenso, pouca valia terá para você.

Por exemplo, no último mês ou na ultima semana, saiu uma reportagem no Valor dizendo que o crescimento do PIB foi revisado para cima. Ou seja, o Brasil irá crescer mais do que o esperado.

De fato, o que isso muda na sua carteira? Por conta dessa informação você vai se posicionar de uma maneira mais forte em bolsa? Não irá investir tanto em dólar? O que você irá fazer com essa informação?

Normalmente essas previsões que vão em linha com o consenso de mercado acerta-se muito, mas pouca valia tem para sua carteira.

Se você colocar mais em bolsa por conta disso, o preço já foi, você não terá um resultado melhor na sua carteira por estar em linha com o consenso.

Previsões que vão ao contrário do mercado

As previsões que vão completamente ao contrário do mercado é onde você consegue ganhar dinheiro.

Imagine a situação do coronavírus, em março de 2020.

Se alguém conseguisse prever com uma certa precisão que haveria uma queda de 30, 40 ou até 50% nas bolsas ao redor do mundo e você conseguisse antecipar esse movimento e se proteger dessa queda, seria de grande valia esse tipo de informação para você.

Se lá em 2008 você conseguisse antecipar que viria uma crise do Subprime e você conseguisse não estar posicionado em grande parte dos investimentos naquela época de forma geral, você teria uma grande valia desse tipo de informação.

A pergunta é: de fato, é possível conseguir prever eventos como esse? Não, eles são extremamente raros.

Não é que as pessoas não acertem esse tipo de previsão.

Sempre quando há algum tipo de crise, você verá que alguma pessoa ou alguma instituição falou isso em determinado momento.

Mas raríssimas vezes – para não dizer nunca – é a mesma pessoa ou instituição que acerta essa futurologia de uma forma persistente ou constante.

Ou seja, não dá para você focar a sua estratégia de investimento em Market timing nesta parte que realmente importa, que é ir totalmente contra o consenso, porque isso não acontece de uma forma constante.

E é por isso que Market timing não funciona no longo prazo. Você pode acertar uma, duas ou três, mas o grande acerto não virá com consistência.

E é de consistência que você precisa para montar uma carteira de investimentos vencedora.

Definitivamente o Market timing está muito fora do nosso controle. E os maiores investidores do mundo falam muito: “eu não sei.”

Eles entendem que o futuro é imprevisível e eles montam carteiras de investimento onde eles conseguem surfar em bons retornos e não perder tanto em maus momentos. Mas de uma forma muito mais previsível do que aquela em que você vai com uma força muito grande em determinado investimento e acaba por quebrar a cara.

Carteira vencedora no longo prazo

Fazendo uma analogia, eu sou tenista amador. Mas no tênis profissional você tem atletas que são muito habilidosos, eles jogam muito bem, tem o controle inteiro da situação e a habilidade que muda de um para outro é mínima.

Eles precisam ser extremamente agressivos para conseguir ganhar do adversário e dar a bola que chamamos de “winner”, que é aquela bola que bate e não volta, que passa direto pelo adversário sem voltar.

No tênis amador é completamente diferente. Você tem muita dificuldade. O quique da bola de machuca, o vento te perturba, ou seja, você tem muita coisa no tênis amador que foge do seu controle.

O jogo no tênis amador, ganha quem erra menos, diferente do profissional, em que você precisa ser muito mais agressivo.

Ou seja, o tênis amador é muito mais parecido com o investimento. Tem muito mais coisa fora do nosso controle do que a gente imagina.

Ser mais cauteloso e conseguir montar uma carteira onde você consegue se proteger muito mais nas perdas e conseguir ganhar também quando sobe, é isso que vai fazer a sua carteira ser vencedora no longo prazo.

Quais investimentos mais chamam atenção dos investidores?

Normalmente o que chama atenção do investidor é aquele tipo de investimento que vai entregar um resultado muito rápido e muito forte. É isso que chama atenção.

Normalmente os fundos de investimento que possuem uma grande rentabilidade atraem muito capital.

Mas raros são os fundos que permanecem com esse tipo de rentabilidade durante muito tempo.

Então o histórico e o tempo falam muito quando você vai escolher um determinado tipo de ativo para colocar dentro de sua carteira.

De novo, se proteger durante uma queda e ganhar dinheiro quando o mercado sobe, é a estratégia que os grandes investidores fazem para ganhar dinheiro.

Howard Marks – a gente não precisa nem ir muito longe – aqui no Brasil, a Dinamo, por exemplo.

Perceba que quando o Ibovespa cai, ele cai muito menos que o Ibovespa, e quando ele sobe as vezes consegue subir mais em alguns pontos, mas de forma geral sobe sempre equivalente com esse índice.

Ou seja, ele se protege muito mais nas quedas, e quando sobe, ele aproveita.

E é por isso que ele está há tanto tempo gerando resultado para os acionistas ano após ano desde 1993.

E realmente é isso que vai contar para você no longo prazo.

Quando sabemos que o asset allocation realmente funciona?

Existem alguns estudos que dizem que o asset allocation, ou seja, a sua alocação macro de ativos, ela é determinante para o resultado da sua carteira.

Há estudos da Vanguard e da Fidelity, que são duas instituições gigantes dos Estados Unidos, que dizem que a alocação macro estratégica corresponde a mais de 90% do resultado de uma carteira no longo prazo.

E isso é muita coisa.

Então, é muito importante que você tenha a sua alocação macro de recursos e que você consiga, ao longo do tempo, rebalancear essas classes de ativos.

Definir essas classes de ativos e fazer esse rebalanceamento é o que vai garantir que você consiga esse retorno esperado.

Em outras palavras: você determinou que precisa ter 20% de renda variável no Brasil, e mais 20% em Equity, que é a renda variável no exterior.

À medida que essas classes se movimentam, o que o rebalanceamento faz?

Se você deveria ter 20% à disposição em Equity, renda variável off-shore, e essa classe caiu agora para 10 ou 5% por algum motivo, seja pela alta ou baixa do dólar ou dos ativos, nessa hora você irá rebalancear para deixar essa classe de ativos de volta com o percentual que você planejou anteriormente.

Fazendo isso ano após ano, ao longo de um tempo, é onde você vai conseguir de fato aproveitar o máximo do retorno de sua carteira de investimentos.

Asset Allocation e rebalanceamento 

O asset allocation junto com esse rebalanceamento é muito poderoso. Ele permite que você tenha uma opinião, esteja errado e mesmo assim consiga ganhar dinheiro.

Se você fizer um asset allocation e for rebalanceando você racionalmente estará comprando na baixa e vendendo na alta.

É essa a ideia que todo mundo precisa ter, mas que é difícil fazer na prática.

Com a alocação macro de recursos, que é o asset allocation, isso fica completamente possível.

Você pode estar errado e continuar fazendo esse rebalanceamento de carteira independente da sua tese de investimento, e ter um resultado muito mais previsível para o futuro.

Cuidados com o Asset Allocation

Existem alguns cuidados com o asset allocation que você precisa tomar, afinal, senão seria muito fácil e todo mundo faria.

A grande maioria dos cuidados é em relação às finanças comportamentais.

Vamos imaginar o seguinte. Com o coronavírus, a sua parcela de 20% de ações caiu para 12%.

Nessa hora, o asset allocation junto com o rebalanceamento diz que você deve resgatar investimentos onde há um percentual maior do que deveria, e alocar esse investimento onde há o percentual menor.

Mas como pensar nessa situação friamente durante o coronavírus, por exemplo? É difícil de fazer isso.

É por isso que, para fazer o asset allocation, você precisa ser frio. Você precisa claramente entender que os benefícios não vão vir em um ou dois meses ou até em um ano.

Isso até pode acontecer. Mas o verdadeiro objetivo de retorno com o asset allocation é no longo prazo.

Então, estar firme e entender que você não pode seguir aquele efeito manada de seguir a tendencia de todo mundo, que é vender investimentos, e quando a gente vê uma oportunidade deve aumentar a posição daquele ativo.

Então o primeiro ponto de atenção é sobre finanças comportamentais, e a dificuldade que é, na prática, fazer isso e alocar mais numa determinada classe que caiu muito.

Ou outro cuidado e até dificuldade de fazer o asset allocation é simplesmente não parecer um “idiota”.

A verdade é que você vai parecer um idiota por muito tempo. Isso porque você vai continuar investindo numa classe de ativo que não gera resultado e que caiu muito recentemente.

Enquanto que a pessoa do seu lado está investindo em qualquer coisa que provavelmente subiu muito num curto espaço de tempo e que possivelmente vai continuar subindo.

Só que, de uma maneira estrutural e a longo prazo, investir naquilo que está subindo não se mostra uma estratégia vencedora.

Enquanto que rebalancear a sua carteira e comprar ativos bons a preços interessantes e vender ativos bons, mas que estão a preços mais caros, é uma estratégia mais interessante.

Então é difícil você permanecer fazendo essa estratégia quando você está comprando ativos que caíram muito num espaço recente de tempo.

E normalmente quando você está fazendo isso comprando mais ativos baratos e aumentando sua posição numa classe que já diminuiu, outras pessoas que você conhece podem estar se gabando de estar fazendo um investimento que está rendendo muito.

O que ele não sabe, ou não quer acreditar, é que ele está tomando muito mais risco para ter esse tipo de retorno.

Risco e rentabilidade

Mais risco não é igual a mais retorno. O risco maior te apresenta apenas uma possibilidade de ter um maior retorno.

Se o risco maior fosse garantir de retorno, se tornaria um evento de risco zero caso houvesse essa garantia.

Imagine um ladrão que faz vários roubos consecutivos e nunca é pego. Para ele, esse risco não existe porque ele nunca foi pego.

Entretanto, se ele for pego em alguma vez e for para a cadeia e perder o resto da vida, nada valeu. Ou seja, até que ponto vale esse tipo de risco?

Warren Buffet, o maior de todos os investidores, fala que você só vê quem está nadando pelado quando a maré baixa.

Ou seja, quem está nessa situação não vê que está tomando muito risco. Você pode ficar tentado nesse tipo de investimento sem seguir fielmente a sua estratégia.

Mas pense comigo. Ganhar 10 milhões de dólares numa roleta russa do que ganhar a mesma quantia na sua profissão, trabalhando normalmente. O retorno pode ser similar, mas o risco é muito diferente.

Quando nós falamos de asset allocation, estamos falando muito mais de preservação de capital do que numa rentabilidade abrupta do investimento.

Isso vai acontecer no longo prazo e não no curto. Entenda que, ao ter rentabilidade muito forte no curto prazo, você provavelmente tomou um risco desnecessário e que pode colocar em jogo tudo o que você fez até agora.

Quer um exemplo de que o maior risco não é igual a maior rentabilidade?

Há um tempo atrás havia uma empresa chamada OGX. Eu não sei qual idade que você tem, mas com certeza você seria um completo “idiota” se não investisse nisso.

Mas por quê?

Porque ela era revolucionária. Ela conseguiria obter petróleo de todos os lugares possíveis. E ela, com isso, subia muito.

O gráfico da OGX na época representa que ela era um investimento óbvio, em que todos deveriam investir.

Hoje, você não conseguiria comprar uma bala com uma ação da OGX. É exatamente com isso que você tem que tomar cuidado.

Às vezes, aquela oportunidade de investimento que é muito clara e que pode continuar gerando resultado para você e para as pessoas que investem durante um bom tempo, pode ser demasiadamente arriscada e colocar tudo a perder.

Mais um motivo para fazer um asset allocation e ter as classes de ativos e se certificar de que essas classes vão permanecer constantes ao longo do tempo. É isso que vai fazer você ter um resultado interessante no longo prazo.

Como fazer o Asset Allocation?

A primeira coisa é ter um planejamento patrimonial. O asset allocation precisa estar alinhado com esse planejamento.

Aqui na Overclub, trabalhamos com uma meta de retorno de pelo menos 4,5% acima da inflação. Entendemos que, ao alcançar essa meta, as famílias vão conseguir viver com um rendimento um pouco menor que esse de uma maneira perpétua.

Então, a sua carteira teria que render pelo menos 4,5% acima da inflação.

Se você montar um asset allocation com 90% de renda fixa, pós-fixada, já que hoje no Brasil a taxa está abaixo de 3 a 4%, você não vai conseguir esse tipo de retorno.

Então, não adianta você ser extremamente conservador e montar uma alocação de recursos com uma classe de ativos que não vai te entregar esse resultado, e esperar um resultado bom. Você não vai conseguir.

Sendo assim, o primeiro ponto é alinhar a sua expectativa e a sua alocação, ao seu planejamento patrimonial.

Além disso, você precisa entender duas coisas: a sua capacidade e a sua disposição ao risco.

Disposição ao risco

Se você é uma pessoa extremamente conservadora e não aceita oscilação na sua carteira, você tem uma disposição muito baixa ao risco.

Você tem uma disposição muito a investir em ativos que vão no longo prazo ter uma probabilidade maior de entregar um resultado mais interessante.

Mas isso é extremamente prejudicial, principalmente no mundo em que a gente vive, de taxas de juros extremamente baixas.

É muito importante que você entenda e que você aprenda que é necessário tomar mais risco para ter uma carteira vencedora no longo prazo e a oscilação faz parte.

Então, mesmo que a sua disposição for baixa, é importante que você aprenda um pouco para ter confiança e conforto, a fim de ter uma carteira que oscile mais, mas que ofereça um retorno mais interessante.

Capacidade

O outro ponto é sua capacidade. Uma senhora de 90 anos de idade, por exemplo, não tem tempo suficiente para absorver as oscilações do mercado.

Já um jovem de 20 ou 30 anos pode se dar ao luxo de ter a renda variável num percentual maior justamente por que ele tem tempo.

Não é só a idade que entra aí, mas também outros fatores como por exemplo a sua profissão e sua estabilidade, além de outros pontos.

E fazer o cruzamento dessas informações é importante para que no final das contas você tenha conforto de montar uma carteira com uma exposição adequada em renda variável e não mínima para que você consiga ter o resultado necessário para atingir os seus objetivos.

Exposição internacional

Um outro ponto importante para se considerar quando for fazer o seu asset allocation é ter exposição internacional, expor o seu patrimônio a uma moeda forte e em outra jurisdição.

Pense comigo. Como cidadão do mundo, qual o sentido de colocar todo o seu patrimônio num país em desenvolvimento, como é o caso do Brasil?

Provavelmente nenhum. Será que um cidadão de outro país, como Estados Unidos, França ou Austrália pensaria em investir todo o seu dinheiro aqui?

Não, por que todos diversificam seus investimentos e colocam seu patrimônio em outras classes de ativos.

Em nosso posicionamento, recomendamos que se tenha, pelo menos, 30% em exposição fora do país, e se possível nos Estados Unidos. Isso porque as empresas nos EUA têm uma receita mundial e são multinacionais, como a Amazon ou o McDonalds. A receita delas vem em diferentes moedas.

Então exponha o seu patrimônio a uma moeda forte e em outra jurisdição.

Carteira descorrelacionada 

Um outro ponto importante, para o seu conforto inclusive, é ter uma carteira descorrelacionada.

As classes e os ativos se movimentam de maneiras diferentes. Normalmente, no Brasil, quando o dólar sobe, a bolsa cai.

Quando há uma grande crise, normalmente o dólar se aprecia perante o real. Veja as últimas crises que ocorreram e note que o dólar ganha valor.

O investimento off-shore ajuda você a ter investimentos descorrelacionados. Quando a bolsa aqui cai, os seus investimentos fora do país sobem e você tem uma oscilação ou volatilidade muito menor.

É como um ambulante que vende desde óculos de sol até capa de chuva. Ele sabe que não venderá os dois itens no mesmo dia, mas isso reduz drasticamente o risco de ele chegar em casa sem fazer uma única venda sequer, faça chuva ou faça sol.

Rebalanceamento

E a última parte, depois que você já definiu sua alocação macro de ativos, se ela está alinhada com seu planejamento e você já entendeu que precisa estar confortável, é preciso monitorar fazendo o rebalanceamento.

E o rebalanceamento você pode fazer de algumas formas. Se você faz o seu próprio investimento, existem diversas planilhas na internet de rebalanceamento.

Você pode baixar a planilha, colocar seus investimentos lá e rebalancear à medida que for necessário.

Quando digo rebalancear, não é quando 1 ou 2% de uma classe de ativos for para baixo você fazer isso. Não. São para grandes movimentos.

Você pode, por exemplo, fazer o rebalanceamento anual da sua carteira. Marque um dia no começo do ano e veja como está sua carteira e faça o rebalanceamento.

Ou quando acontece um evento extraordinário, como o coronavírus ou a crise do subprime, que são eventos que raramente acontecem, mas mexem muito.

Se vai fazer um resgate ou aporte, faça um rebalanceamento.

Se você não tem paciência para fazer isso, a depender do tamanho do seu patrimônio, existem empresas que tem robô advisor que fazem isso para você de uma maneira automática.

E se você tem um patrimônio maior, o seu Family Office com certeza vai fazer esse tipo de estratégia e fará o rebalanceamento para você.

Conclusão

E você? Ainda acha que o Market timing, que é escolher os ativos e saber a hora de entrar e sair é a melhor estratégia para seu patrimônio no longo prazo?

Ou você está convencido de que montar uma alocação macro de ativos, o chamado asset allocation é o ideal para sua carteira ao longo do tempo? Comente aqui em baixo.

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Publicado por

Walter Moreira Neto, CFP®

Graduado pela Macquarie University (Business) e Masters em International Business pelo International College of Management Sydney (ICMS), morou em Shanghai, China, onde concluiu sua tese "Real Estate in China" pela Fudan University.
Sócio-fundador do Overclub Family Office e Ryde Corretora de seguros, é Consultor de Valores Mobiliários autorizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Planejador Financeiro, CFP®️

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